quarta-feira, 11 de junho de 2008
Medo ou sindrome de pânico? Em menos de 24 hs senti sensações que não consigo classificar. Eu tinha dentista marcado hoje às 8hs da manhã e ontem às 16 hs já comecei a sentir sintomas de pseudo doenças: dor de garganta, dificuldade para respirar, nariz completamente trancado, tremores de frio, em outras palavras, completamente doente. Hoje pela manhã, às 6 hs torturei a Tita com um telefonema de: Bom dia minha filha! Desliguei e comecei a marcar o despertador de 10 em 10 minutos até às 7hs e 25 minutos, chegou o momento da decisão: Vou ou não vou? Deixa eu explicar o por que deste meu terror: sofri muito de dor de dente e, a minha geração, dos 50 aos 60 anos, é difícil encontrar uma pessoa da minha cidade natal que não tenha prótese dentária; tinha um dentista que iniciava tratamentos de canal e creio que não sabia terminar, conclusão iamos parar nas mãos de outro profissional que precisava arrancar este pobre dente tão judiado.
Hoje pela manhã depois de tanta incerteza, olhei o meu marido dormindo, disse corajosamente, vou sózinha. Peguei o carro e coloquei uma música relaxante para me acalmar, cheguei em frente ao Consultório às 7:58 hs, não tinha ninguém; comecei a dar prazos no horário, espero até às 8:05, então vou embora. Às 8:02 hs chegou a secretária e logo atrás o "meu monstro" o Dentista, um Sr. mais baixo que eu, com um rosto tranqüilo e nada amedrontador, anestesiou e trabalhou no meu dente e em menos de 1 hora eu estava em minha casa. Está passando a anestesia e ainda não estou com dor.
Psicólogos e pseudo psicólogos de plantão: O que eu senti medo, pânico ou terror?
Beijos para todos e um bom dia.

19 comentários:

Adao Braga disse...

Não sei, mas não devolvo o dinheiro da consulta!

Sahmany disse...

xiii tb não sei, mas tb não sou psicóloga ou coisa parecida. E tb moooooooorro de medo de dentista.
Sabe qual o problema Angela? A gente as vezes faz com que as coisas tomem uma dimensão enorme. Fica imaginando coisas. Na verdade é aquela tal história de "tempestade em copo d'água, sabe cumé? Acho que é isso. E quando a coisa toda passa, a gene vê que não era bem assim.
Fazer o que?
Beeeeeijos.

Luci Lacey disse...

Bem

Pelo que ja li sobre sindrome de panico a coisa e seria, constante e requer vigilancia e medicacao.

O seu caso ai parece um trauma, um medo e vc corajosamente o venceu nesta etapa, parabens.

Beijinhos e Feliz Dia dos Namorados.

tita coelho disse...

Bom mãe tu sabe do meu pavor de dentista... Nunca me esqueci daquela vaca! kkkkkkkkkkkkkk
beijos

Maria.café disse...

Acho que você teve os três ... rsrs, mas tudo seria resolvido com um ou dois rivotril...mas as coisas evoluiram, eu já fiz 3 tratamentos de canal (minha mãe só me amamentou por 2 meses), e não doeu nada, incrivel, talvez sorte ou o rivotril...srsrrs

Sahmany disse...

Oi querida! Um bom dia pra vc.
beijos.

vitoria disse...

Acho que "quase pânico"...pq qd é o síndrome...o meu caso....eu fico de cama e não vou...tenho ene problemas em relação aos dentes e dentistas...só para limpar um dente...eu faço yoga antes,tomo xanax e sou anestesiada...a propósito...está na altura de limpar mais 1 dente...aiiiiiiiii e oro...oro...tenho lá essa coragem que tu tens ,de ir conduzindo e sózinha!!!!!PARABÉNS!
bjj...:)

Flavio disse...

Só quem pode responder é você, Ângela. Quem tem síndrome do pânico, como eu, sabe muito bem os sintomas. O seu caso, é fácil diagnosticar: medo de dentista. Mas fique tranqüila, não é só você! Beijão e tenha um ótimo final de semana.

elvira carvalho disse...

Nem me fale de pânico. Eu sofri 2 ataques de panico. Um deles, há 30 anos, numa escada em caracol no museu de Stº António em Faro, Algarve. O museu, tem uma torre de onde se vê uma paisagem linda. Lá vê-se toda a cidade e também as ilhas. Mas para se chegar lá sobe-se uma escada em caracol no interior do museu. Só sobe ou desce uma pessoa de cada vez.E eu fiquei a meio da escada. Gritei, chorei, fiz chi-chi, e por fim desmaiei. E nem queira saber o que os bombeiros sofreram para me tirarem de lá, sem falar que enquanto não o conseguiram as pessoas que já estavam em cima, ficaram lá de castigo, porque não podiam descer.
A 2ª vez, Foi nas torres do Castelo de Óbidos. Fiquei agarrada a uma como osga agarrada à parede. No dia 1 de Janeiro de 1999. Nunca mais vou esquecer.
Peço a Deus que nunca sofra mais nenhum.
Um abraço

Ângela Coelho disse...

Pois é, Elvira, acho que o que eu tive foi medo mesmo. Por enquanto, aquela consulta eu venci, só quero ver dia 25 de junho a próxima. Depois de todos estes depoimentos, creio que vou ter um pouco mais de coragem, mas só um pouco.
Beijos.

Ângela Coelho disse...

Pois é, Elvira, acho que o que eu tive foi medo mesmo. Por enquanto, aquela consulta eu venci, só quero ver dia 25 de junho a próxima. Depois de todos estes depoimentos, creio que vou ter um pouco mais de coragem, mas só um pouco.
Beijos.

Ângela Coelho disse...

Pois é, Elvira, acho que o que eu tive foi medo mesmo. Por enquanto, aquela consulta eu venci, só quero ver dia 25 de junho a próxima. Depois de todos estes depoimentos, creio que vou ter um pouco mais de coragem, mas só um pouco.
Beijos.

Ângela Coelho disse...

Pois é, Elvira, acho que o que eu tive foi medo mesmo. Por enquanto, aquela consulta eu venci, só quero ver dia 25 de junho a próxima. Depois de todos estes depoimentos, creio que vou ter um pouco mais de coragem, mas só um pouco.
Beijos.

Ângela Coelho disse...

Pois é, Elvira, acho que o que eu tive foi medo mesmo. Por enquanto, aquela consulta eu venci, só quero ver dia 25 de junho a próxima. Depois de todos estes depoimentos, creio que vou ter um pouco mais de coragem, mas só um pouco.
Beijos.

Ângela Coelho disse...

Pois é, Elvira, acho que o que eu tive foi medo mesmo. Por enquanto, aquela consulta eu venci, só quero ver dia 25 de junho a próxima. Depois de todos estes depoimentos, creio que vou ter um pouco mais de coragem, mas só um pouco.
Beijos.

Ângela Coelho disse...

Pois é, Elvira, acho que o que eu tive foi medo mesmo. Por enquanto, aquela consulta eu venci, só quero ver dia 25 de junho a próxima. Depois de todos estes depoimentos, creio que vou ter um pouco mais de coragem, mas só um pouco.
Beijos.

Ângela Coelho disse...

Pois é, Elvira, acho que o que eu tive foi medo mesmo. Por enquanto, aquela consulta eu venci, só quero ver dia 25 de junho a próxima. Depois de todos estes depoimentos, creio que vou ter um pouco mais de coragem, mas só um pouco.
Beijos.

Ângela Coelho disse...

Pois é, Elvira, acho que o que eu tive foi medo mesmo. Por enquanto, aquela consulta eu venci, só quero ver dia 25 de junho a próxima. Depois de todos estes depoimentos, creio que vou ter um pouco mais de coragem, mas só um pouco.
Beijos.

byClaudioCHS disse...

Medo...
Vontade de dar um grito,
ou calar-se para sempre
De ficar parado, ou correr
De não ter existido
ou deixar de existir (morrer)
Não há razão quando a mente não funciona
(redundante, não?)
Vão extinguindo-se as questões
mesmo sem respostas
Perde-se, neste estágio,
a vontade de saber.
O futuro é como o presente:
É coisa nenhuma, é lugar nenhum.
Morreu a curiosidade
Morreu o sabor
Morreu o paladar
parece que a vida está vencida
Tenho medo de não ter mais medo.
Queria encontrar minhas convicções...
Deus está em um lugar firme, inabalável,
não pode ser tocado pela nossa falta de confiança
Até porque, na verdade, confio nele
O problema é que já não confio em mim mesmo
Não existe equilíbrio para mentes sem governo
A química disfarça, retarda a degradação
mas não cura a mente completamente
E não existem, em Deus, obrigações:
já nos deu a vida, o que não é pouco,
a chuva, o ar, os dias e noites
Curar está nele, mas, apenas retardaria a morte
já que seremos vencidos pelo tempo
(este é o destino dos homens)
e seremos ceifados num dia que não sabemos
num instante que mira nossa vida
e corre rápido ao nosso encontro lentamente
(ou rasteja lento ao nosso encontro rapidamente?)
Sei lá...
Mas não sei se quero estar aqui
para assistir o meu fim
Queria estar enclausurado, escondido...
As amizades que restam vão se extinguindo
e os que insistem na proximidade
são os mesmos que insistirão na distância,
o máximo de distância possível.
A vida continua o seu ciclo
É necessário bom senso
não caia uma árvore velha, podre, sobre as que ainda estão nascendo.
Os que querem morrer deixem em paz os que vão vivendo
Os que querem viver deixem em paz os que vão morrendo
Eu disse bom senso?
Ora, em estado de pânico não se encontra bom senso
nem princípios, nem razão, nem discernimento,
nem força alguma
Torna-se um alvo fácil
condenável pelos que estão em são juízo
E questionam: onde está sua fé?
e respondo: ela estava aqui agora mesmo...
ela não se extingui, mas parece que as vezes se esconde de mim...
o problema é que, quando a mente está sem governo
(falo de um homem enfermo)
é como um caminhão que perde o freio
descendo a serra do mar...
perde-se o contato com a fé e com tudo o que há...
e por alguns instantes (angustiantes)
não encontramos apoio, nem arrimo, nem chão, nem parede, nem mão...
ah... quem dera, quem dera...
que a mão de Deus me sustente neste instante...
em que viver é tão ou mais difícil que conjulgar todos os verbos...
porque sou, neste momento
a pessoa menos confiável para cuidar de mim mesmo...
tenho medo, medo...
medo de perder o medo
de sair da vida pela porta de saída...
medo de perder o medo
de apertar o botão "Desliga"...

http://progcomdoisneuronios.blogspot.com

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