quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Recebi de uma amiga por e-mail. Depois de tantas notícias ruins é bom rir um pouco.

Homens x Tarefas domésticas

Fascinado com as tarefas domésticas, o marido resolveu lavar sua
própria camiseta.
Pouco depois de ter chegado perto da máquina de lavar, gritou para a
esposa:
- Que programa de lavagem devo usar na máquina?
- Depende da roupa - respondeu a esposa
- O que diz na camiseta?
- "Eu amo Floripa!"
Desabafo da esposa:
- E ainda falam das loiras...



Casal estava na cama conversando
quando a mulher diz bocejando pro marido:
- Vou dormir...boa noite
- E ele diz:
- Já vai dormir? Logo agora que eu iria abusar de você?
E ela entusiasmada diz:
- Então abusa vai, abusa.
E ele diz:
- Vai lá na cozinha pega uma cervejinha e algumas azeitonas pra mim.

Nos dias atuais
Primeira noite dos recém-casados.
Na cama, a moça diz ao rapaz:
- Sabe amor... Eu não disse a você, mas eu não sei fazer nada de nada!
Então responde o rapaz, todo cheio de si, se achando a última bolacha
do pacote:
- Não se preocupe minha querida! Você tira a roupa, deita-se sobre a
cama, e deixa o restante comigo.
E ela muito meiga, responde:
- Não, querido! Fazer amor eu faço desde os 12 anos, o que não sei é...
lavar, passar, cozinhar, arrumar a casa...



Secretária eletrônica de avós

Trimmm !!!!!!!!!!
Bom dia... no momento não estamos em casa, mas deixe sua mensagem
depois de ouvir o bip:
- Se é um dos nossos filhos, disque 1
- Se precisa que olhemos as crianças, disque 2
- Se quer o carro emprestado, disque 3
- Se quer que as crianças durmam aqui, disque 4
- Se quer lanchar conosco, disque 5
- Se quer almoçar aqui em casa no domingo, disque 6
- Se precisa de dinheiro, disque 7.
- Se é um dos nossos amigos, pode falar!


Conversa com Deus
Homem: Deus, posso fazer uma pergunta?
Deus: Claro meu filho!
Homem: O que é um milhão de anos para o senhor?
Deus: Apenas um segundo.
Homem: O que é um milhão de dolares para o senhor?
Deus: Apenas um centavo.
Homem: O senhor pode me dar um centavo?
Deus: Claro! Aguarde só um segundo.


O marido lia o jornal, quando a esposa pergunta:
- Você já percebeu como vive o casal que mora ai em frente?
Parecem dois namorados!
Todos os dias, quando chega em casa ele traz flores para ela,
abraça-a e os dois se beijam apaixonadamente.
Porque você não faz o mesmo?
- Mas... querida...eu mal conheço essa mulher!



O cão é realmente o melhor amigo do homem.
Se você não acredita, faça a seguinte experiência.
Coloque seu cachorro e a sua esposa no porta-malas do carro e feche...
...depois de uma hora abra.
Quem estará realmente feliz em ver você ?

A mulher entra num restaurante e encontra o marido com outra :
- Pode me explicar o que é isto??
E ele responde:
- Só pode ser azar!!!


- A senhorita aceita um uísque?
- Não posso. Me faz mal para as pernas.
- As suas pernas incham?
- Não, elas abrem...


- Diga-me, por que motivo você quer divorciar-se de seu esposo?
- Meu marido me trata como se eu fosse um cão!
- AH... maltrata? Bate?
- Não, quer que eu seja fiel!

Beijos.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011
A manchete do jornal Zero-Hora diz que 86% dos beneficiários seguem presos a dependência do bolsa-família. Parece até que foi surpresa para o Governo esta situação. É uma maneira muito comoda para tirar o povo da extrema pobreza doar e não criar empregos. Se houver uma criação de empregos, o povo terá que trabalhar para justificar seu salário e não terá obrigação de votar neles.
Quando o LULA foi candidato à reeleição, espalharam que se ele não ganhasse os benefícios seriam perdidos. Esqueceram que o bolsa família que era chamado de bolsa educação foi criado pelo governo de FHC para incentivar os pais a mandarem seus filhos aos colégios. Agora não é mais nada cobrado, quanto mais filhos mais eles ganham e, mais votos os governantes terão.
Todos sabemos que quando as pessoas são mantidas atreladas por dependência financeira mais o povo se tornará GRATO e se anulará como ser Pensante.
Em Tramandaí as diaristas desapareceram porque elas tem uma renda dada, que lhes permite comer o mínimo necessário e ficar aguardando que seus amos lhes mandem votar em alguém. A população não tem necessidade de trabalhar porque agora tem um governo "BÃO" que se preocupa com eles e dá "BÓIA"sem exigir nada em troca, só o votinho nas eleições.
Como queriam que as pessoas se tornassem menos dependentes? Só se o Brasil fosse novamente descoberto sem os vícios de origem.
Caminhem nos bairros mais pobres das cidades de vocês para verem se existe alguma horta plantada, alguma criação de galinhas; se as mulheres fazem pão em casa. Aqui tenho uma vizinha de 39 anos que tem 7 filhos morando com ela e o marido - o mais velho tem 11 anos e o mais novo tem 4 meses- o marido não trabalha (é tuberculoso) e ela não trabalha, não precisa pois a população dá comida e roupas para eles. E ela sai toda noite para "caçar" no asfalto; já está levando a menina de 10 anos com ela. Esqueci de um detalhe, a mãe dela cria mais dois filhos dela, 15 e 16 anos.
A roupa que ela ganha, vende ou usa até ficar suja e joga fora. Ela vende para comprar droga. Isto o Conselho Tutelar não vê. Como um casal deste tipo pode ficar com os filhos?
Amigos, doar faz bem a nossa alma e nos ajuda nos nossos resgates; mas os que recebem não aprendem nada? Acham que é obrigação receber?
Eu gostaria que a Presidente Dilma usasse este dinheiro das bolsas famílias em criação de empregos para dar dignidade ao povo e não miserabilidade.
segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Ontem, dia 18 de setembro de 2011, a Letícia fez aniversário.
Não postei ontem porque viajei muito cedo para a casa dela. Estou aproveitando agora porque a Tita e o David deram uma saída e estou usando o computador do meu genro.
Como já escrevi a Letícia foi e é a realização dos nossos sonhos; perdi três bebes e depois veio nossa princesa, linda morena de olhos castanhos.
A minha filha junto ao filho dela e o David trocaram Santa Cruz pela minha cidade natal, Vera Cruz, onde ela foi criada desde os 9 anos de idade.
Sinto que minha filha está feliz, realizada na profissão que ela escolheu e na vida pessoal dela; os dois trabalham muito , plantaram e estão colhendo o fruto do esforço deles.
Hoje à noite, na hora que eles saíram meu neto tirou uma foto deles; já são lindos e produzidos ficaram muito mais.


sexta-feira, 16 de setembro de 2011


Vou receber a visita de uma amiga que não vejo há quase 30 anos. A reencontrei graças ao facebook.

Resolvi fazer 1 pudim de pão.

Se quiser tentar fazer, a receita está aí embaixo;






Ingredientes:

200 gr de pão

1/2 litro de leite morno

150 gr de açúcar

raspas de 1 limão

5 ovos

2 colheres de chocolate granulado

Modo de fazer:

Tira a casca do pão e pica em pedaços pequenos, coloca o leite por cima.

Bate os ovos com o açúcar (bati no walita master, pode ser no liquidificador); mistura as raspas de limão, o chocolate granulado, o pão embebido com o leite.

Carameliza uma forma, coloca o creme e cozinha por 1 hora em banho maria.

Acho que minha amiga vai gostar.

Beijos e bom fim de semana.

Recebi por e-mail de uma amiga, Karin Cordal, achei muito bom e por causa disto resolvi dividir com vocês. É meio longo mas vale a pena ler.


Imperdível, principalmente para os que tem mais de 30 anos.

CAÍ NO MUNDO E NÃO SEI COMO VOLTAR

Eduardo Galeano

Jornalista e escritor uruguaio

Gostei dessa cronica: bem escrita, bem lembrada, na dose certa do humor,na emoção, enfim, tudo deu certo neste texto.

O que acontece comigo é que não consigo andar pelo mundo pegando coisas e trocando-as pelo modelo seguinte só por que alguém adicionou uma nova função ou a diminuiu um pouco…


Não faz muito, com minha mulher, lavávamos as fraldas dos filhos, pendurávamos na corda junto com outras roupinhas, passávamos, dobrávamos e as preparávamos para que voltassem a serem sujadas.

E eles, nossos nenês, apenas cresceram e tiveram seus próprios filhos se encarregaram de atirar tudo fora, incluindo as fraldas. Se entregaram, inescrupulosamente, às descartáveis!


Sim, já sei. À nossa geração sempre foi difícil jogar fora. Nem os defeituosos conseguíamos descartar! E, assim, andamos pelas ruas, guardando o muco no lenço de tecido, de bolso.

Nããão! Eu não digo que isto era melhor. O que digo é que, em algum momento, me distraí, caí do mundo e, agora, não sei por onde se volta.


O mais provável é que o de agora esteja bem, isto não discuto. O que acontece é que não consigo trocar os instrumentos musicais uma vez por ano, o celular a cada três meses ou o monitor do computador por todas as novidades.

Guardo os copos descartáveis! Lavo as luvas de látex que eram para usar uma só vez.


Os talheres de plástico convivem com os de aço inoxidável na gaveta dos talheres! É que venho de um tempo em que as coisas eram compradas para toda a vida!


É mais! Se compravam para a vida dos que vinham depois! A gente herdava relógios de parede, jogos de copas, vasilhas e até bacias de louça.

E acontece que em nosso, nem tão longo matrimônio, tivemos mais cozinhas do que as que haviam em todo o bairro em minha infância, e trocamos de refrigerador três vezes.


Nos estão incomodando! Eu descobri! Fazem de propósito! Tudo se lasca, se gasta, se oxida, se quebra ou se consome em pouco tempo para que possamos trocar.
Nada se arruma. O obsoleto é de fábrica.

Aonde estão os sapateiros fazendo meia-solas dos tênis Nike? Alguém viu algum colchoeiro encordoando colchões, casa por casa? Quem arruma as facas elétricas? o afiador ou o eletricista? Haverá teflon para os funileiros ou assentos de aviões para os talabarteiros?


Tudo se joga fora, tudo se descarta e, entretanto, produzimos mais e mais e mais lixo. Outro dia, li que se produziu mais lixo nos últimos 40 anos que em toda a história da humanidade.


Quem tem menos de 30 anos não vai acreditar: quando eu era pequeno, pela minha casa não passava o caminhão que recolhe o lixo! Eu juro! E tenho menos de ... anos! Todos os descartáveis eram orgânicos e iam parar no galinheiro, aos patos ou aos coelhos (e não estou falando do século XVII). Não existia o plástico, nem o nylon. A borracha só víamos nas rodas dos autos e, as que não estavam rodando, as queimávamos na Festa de São João. Os poucos descartáveis que não eram comidos pelos animais, serviam de adubo ou se queimava..

Desse tempo venho eu. E não que tenha sido melhor.... É que não é fácil para uma pobre pessoa, que educaram com "guarde e guarde que alguma vez pode servir para alguma coisa", mudar para o "compre e jogue fora que já vem um novo modelo".

Troca-se de carro a cada 3 anos, no máximo, por que, caso contrário, és um pobretão. Ainda que o carro que tenhas esteja em bom estado... E precisamos viver endividados, eternamente, para pagar o novo!!! Mas... por amor de Deus!

Minha cabeça não resiste tanto. Agora, meus parentes e os filhos de meus amigos não só trocam de celular uma vez por semana, como, além disto, trocam o número, o endereço eletrônico e, até, o endereço real.


E a mim que me prepararam para viver com o mesmo número, a mesma mulher e o mesmo nome (e vá que era um nome para trocar). Me educaram para guardar tudo. Tuuuudo! O que servia e o que não servia. Por que, algum dia, as coisas poderiam voltar a servir.


Acreditávamos em tudo. Sim, já sei, tivemos um grande problema: nunca nos explicaram que coisas poderiam servir e que coisas não. E no afã de guardar (por que éramos de acreditar), guardávamos até o umbigo de nosso primeiro filho, o dente do segundo, os cadernos do jardim de infância e não sei como não guardamos o primeiro cocô.


Como querem que entenda a essa gente que se descarta de seu celular a poucos meses de o comprar? Será que quando as coisas são conseguidas tão facilmente, não se valorizam e se tornam descartáveis com a mesma facilidade com que foram conseguidas?

Em casa tínhamos um móvel com quatro gavetas. A primeira gaveta era para as toalhas de mesa e os panos de prato, a segunda para os talheres e a terceira e a quarta para tudo o que não fosse toalha ou talheres. E guardávamos...


Como guardávamos!! Tuuuudo!!! Guardávamos as tampinhas dos refrescos!! Como, para quê? Fazíamos limpadores de calçadas, para colocar diante da porta para tirar o barro. Dobradas e enganchadas numa corda, se tornavam cortinas para os bares. Ao fim das aulas, lhes tirávamos a cortiça, as martelávamos e as pregávamos em uma tabuinha para fazer instrumentos para a festa de fim de ano da escola.


Tuuudo guardávamos! Enquanto o mundo espremia o cérebro para inventar acendedores descartáveis ao término de seu tempo, inventávamos a recarga para acendedores descartáveis. E as Gillette até partidas ao meio se transformavam em apontadores por todo o tempo escolar. E nossas gavetas guardavam as chavezinhas das latas de sardinhas ou de corned-beef, na possibilidade de que alguma lata viesse sem sua chave.

E as pilhas! As pilhas das primeiras Spica passavam do congelador ao telhado da casa. Por que não sabíamos bem se se devia dar calor ou frio para que durassem um pouco mais. Não nos resignávamos que terminasse sua vida útil, não podíamos acreditar que algo vivesse menos que um jasmim. As coisas não eram descartáveis. Eram guardáveis.


Os jornais!!! Serviam para tudo: para servir de forro para as botas de borracha, para por no piso nos dias de chuva e por sobre todas as coisa para enrolar.


Às vezes sabíamos alguma notícia lendo o jornal tirado de um pedaço de carne!!! E guardávamos o papel de alumínio dos chocolates e dos cigarros para fazer guias de enfeites de natal, e as páginas dos almanaques para fazer quadros, e os conta-gotas dos remédios para algum medicamento que não o trouxesse, e os fósforos usados por que podíamos acender uma boca de fogão (Volcán era a marca de um fogão que funcionava com gás de querosene) desde outra que estivesse acesa, e as caixas de sapatos se transformavam nos primeiros álbuns de fotos e os baralhos se reutilizavam, mesmo que faltasse alguma carta, com a inscrição a mão em um valete de espada que dizia "esta é um 4 de bastos".


As gavetas guardavam pedaços esquerdos de prendedores de roupa e o ganchinho de metal. Ao tempo esperavam somente pedaços direitos que esperavam a sua outra metade, para voltar outra vez a ser um prendedor completo.


Eu sei o que nos acontecia: nos custava muito declarar a morte de nossos objetos. Assim como hoje as novas gerações decidem matá-los tão-logo aparentem deixar de ser úteis, aqueles tempos eram de não se declarar nada morto: nem a Walt Disney!!!


E quando nos venderam sorvetes em copinhos, cuja tampa se convertia em base, e nos disseram: Comam o sorvete e depois joguem o copinho fora, nós dizíamos que sim, mas, imagina que a tirávamos fora!!! As colocávamos a viver na estante dos copos e das taças. As latas de ervilhas e de pêssegos se transformavam em vasos e até telefones. As primeiras garrafas de plástico se transformaram em enfeites de duvidosa beleza. As caixas de ovos se converteram em depósitos de aquarelas, as tampas de garrafões em cinzeiros, as primeiras latas de cerveja em porta-lápis e as cortiças esperaram encontrar-se com uma garrafa.


E me mordo para não fazer um paralelo entre os valores que se descartam e os que preservávamos. Ah!!! Não vou fazer!!!

Morro por dizer que hoje não só os eletrodomésticos são descartáveis; também o matrimônio e até a amizade são descartáveis. Mas não cometerei a imprudência de comparar objetos com pessoas.


Me mordo para não falar da identidade que se vai perdendo, da memória coletiva que se vai descartando, do passado efêmero. Não vou fazer.

Não vou misturar os temas, não vou dizer que ao eterno tornaram caduco e ao caduco fizeram eterno.

Não vou dizer que aos velhos se declara a morte, apenas começam a falhar em suas funções, que aos cônjuges se trocam por modelos mais novos, que as pessoas a que lhes falta alguma função se discrimina o que se valoriza aos mais bonitos, com brilhos, com brilhantina no cabelo e glamour.


Esta só é uma crônica que fala de fraldas e de celulares. Do contrário, se misturariam as coisas, teria que pensar seriamente em entregar à bruxa, como parte do pagamento de uma senhora com menos quilômetros e alguma função nova. Mas, como sou lento para transitar este mundo da reposição e corro o risco de que a bruxa me ganhe a mão e seja eu o entregue...

Eduardo Galeano

* Jornalista e escritor uruguaio

.Beijos e um ótimo final de semana.

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